<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7708829225500046353</id><updated>2011-04-21T21:32:42.178-07:00</updated><title type='text'>Linguagem e Reflexão</title><subtitle type='html'>"...nadie niegue el pizarrón/donde apretamos la tiza/ y aprendemos el amor."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lidi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04947808004964219182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_VZvsqXLLtXk/R1MlHegUGWI/AAAAAAAAAAM/UgZeEdLOXyg/S220/000_1699.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7708829225500046353.post-7262273018697772967</id><published>2007-12-19T15:37:00.000-08:00</published><updated>2007-12-19T15:38:16.387-08:00</updated><title type='text'>PCNs, Gêneros e Ensino de Língua: Faces discursivas da Textualidade – Beth Brait</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este texto tem como objetivo expor uma reflexão sobre a conceituação Bakthiniana de gêneros textuais e suas relações com a abordagem de gênero presente nos Parâmetros Curriculares Nacionais. De modo a abordar alguns conceitos sobre língua e linguagem presentes nos Parâmetros Curriculares Nacionais e, principalmente, citar como a questão do gênero discursivo é vista nos PCNs, enquanto tipologia textual, diferenciando-se da visão de Bakthin, quando este diz que gênero é o "repertório das formas de discurso na comunicação socioideológica". Dessa forma, busca-se explicitar de que maneira a concepção de Bakthin pode ajudar na prática de ensino de linguagem e como esta concepção aproximasse da questão da tipologia textual, uma vez que esta tipologia pode vir apenas a ser uma parte da noção de gênero, considerando que um mesmo tipo textual pode servir a vários gêneros em contextos diferentes, para receptores diferentes e com funções também diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7708829225500046353-7262273018697772967?l=linguagemereflexao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/feeds/7262273018697772967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7708829225500046353&amp;postID=7262273018697772967&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/7262273018697772967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/7262273018697772967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/2007/12/pcns-gneros-e-ensino-de-lngua-faces.html' title='PCNs, Gêneros e Ensino de Língua: Faces discursivas da Textualidade – Beth Brait'/><author><name>Lidi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04947808004964219182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_VZvsqXLLtXk/R1MlHegUGWI/AAAAAAAAAAM/UgZeEdLOXyg/S220/000_1699.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7708829225500046353.post-7233366012964942063</id><published>2007-12-10T11:41:00.000-08:00</published><updated>2007-12-10T11:44:06.282-08:00</updated><title type='text'>O ensino de produção textual com base em atividades sociais e gêneros textuais</title><content type='html'>MOTTA-ROTH, D. O ensino de produção textual com base em atividades sociais e gêneros textuais. &lt;a href="http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0603/07"&gt;http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/0603/07&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;RESUMO: A reflexão sobre como o gênero discursivo é abordado nos Parâmetros Curriculares Nacionais é o principal objetivo deste texto. Mais do que isso, segundo as palavras da própria autora, o intuito de seu trabalho é "encorajar o debate sobre as possibilidades pedagógicas da concepção de gênero textual para o ensino de produção textual". O texto é estruturado pelos seguintes passos: na introdução uma abordagem sobre a definição de gênero, bem como, sobre os objetivos desta abordagem; o tópico Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio - Linguagens, Códigos e suas Tecnologias versa sobre as diferentes ópticas em que o gênero textual, enquanto Tipo de texto, Estratégia Retórica e/ou Ato Comunicativo Institucionalizado, é abordado nos PCNs; em Linguagem como gênero: um evento comunicativo institucionalizado em um grupo social, onde é explicitada a melhor forma de se considerar o gênero, visto que ressalvas são sempre feitas sobre como certo gênero se comporta em um grupo social; e, por fim, em O ensino de produção textual com base em atividades sociais e gêneros textuais, a autora apresenta propostas de como estimular a produção textual com base no ensino através de gêneros textuais palpáveis aos alunos. Dessa forma, a autora defende o ensino de produção textual através do aprendizado de gêneros textuais que estruturam grupos sociais. Através desta abordagem, o aluno será capaz de reconhecer, identificar funções e produzir novos textos ligados ao seu cotidiano de modo a participar ativamente do meio social em que vive. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7708829225500046353-7233366012964942063?l=linguagemereflexao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/feeds/7233366012964942063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7708829225500046353&amp;postID=7233366012964942063&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/7233366012964942063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/7233366012964942063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/2007/12/o-ensino-de-produo-textual-com-base-em.html' title='O ensino de produção textual com base em atividades sociais e gêneros textuais'/><author><name>Lidi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04947808004964219182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_VZvsqXLLtXk/R1MlHegUGWI/AAAAAAAAAAM/UgZeEdLOXyg/S220/000_1699.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7708829225500046353.post-4714819606567728951</id><published>2007-12-09T16:31:00.000-08:00</published><updated>2007-12-09T16:34:00.082-08:00</updated><title type='text'>Produção e autonomia relativa na aprendizagem de línguas</title><content type='html'>ZOZZOLI, R. M. D. Produção e autonomia relativa na aprendizagem de línguas. In: LEFFA, V. J. (Org.) Pesquisa em Lingüística Aplicada: temas e métodos. Pelotas: Educat, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;RESUMO: Neste texto busca-se fazer uma abordagem sobre a questão da autonomia do sujeito e, de que forma, a prática de ensino de linguagem se comporta em contribuição positiva ou negativa a esta autonomia. Em outras palavras, a partir de uma situação histórica, a autora busca refletir sobre como foi considerado, durante o tempo, o ensino de linguagem, com vistas, em um primeiro momento, às produções orais e escritas da língua. Com base nas citações históricas, nos é mostrado como as modalidades oral e escrita foram percebidas por comunidades teóricas como distinções de status. Nos primórdios, a escrita estaria vinculada a uma questão de privilégio social, restrita a um certo número de pessoas pertencentes a um grupo dominante. Logo após, elaboraram-se gramáticas com a intenção de se manter este status lingüístico. As normas lingüísticas e os modelos de abordagem lingüística desta época, em grande parte, permanecem hoje no trabalho de ensino de línguas. Em contra-partida, a oralidade sempre obteve uma característica dinâmica pois, diferentemente da escrita, não era restrita, nem padronizada. Com relação ao ensino de linguagem, a crítica que é feita está no sentido de que, mesmo com o advento da Lingüística Moderna, com as contribuições do Gerativismo-transformacional e da Psicolinguística, o ensino de línguas continua a priorizar uma abordagem eminentemente escrita da língua, visando uma exploração instrumental da prática lingüística. Nesta perspectiva, o ensino mecânico da linguagem consiste em ensinar a copiar modelos já estabelecidos de linguagem, sem estimular no indivíduo a capacidade de compreensão e, por conseqüência, a sua afirmação enquanto sujeito. Há que se levar em conta que este modelo tradicional tem grande relevância na perspectiva estruturalista, que considera o indivíduo apenas como produto do meio. Desde então, surgem diferentes perspectivas quanto a questão da autonomia e também do ensino de linguagem. Passa-se de uma lingüística voltada para a palavra, para uma abordagem voltada para a comunicação, para o texto e, enfim, para o contexto, demonstrando que, durante o tempo, o indivíduo foi, ao menos teoricamente, conquistando a sua subjetividade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7708829225500046353-4714819606567728951?l=linguagemereflexao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/feeds/4714819606567728951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7708829225500046353&amp;postID=4714819606567728951&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/4714819606567728951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/4714819606567728951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/2007/12/produo-e-autonomia-relativa-na.html' title='Produção e autonomia relativa na aprendizagem de línguas'/><author><name>Lidi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04947808004964219182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_VZvsqXLLtXk/R1MlHegUGWI/AAAAAAAAAAM/UgZeEdLOXyg/S220/000_1699.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7708829225500046353.post-2096516431455558182</id><published>2007-12-05T15:54:00.000-08:00</published><updated>2007-12-09T16:41:15.932-08:00</updated><title type='text'>O Fantástico Mundo da Linguagem - Aldo Bizzocchi</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;BIZZOCCHI. A. O fantástico mundo da linguagem - Revista Ciência Hoje. Vol. 28, nª 164. Disponível em &lt;&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/resource/download/41961"&gt;http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/resource/download/41961&lt;/a&gt;&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;RESUMO: Desde os tempos mais remotos existe a preocupação quanto ao que vem a ser linguagem. A partir deste interesse, desenvolveu-se a disciplina da lingüística, primeira disciplina de humanidades a ser considerada ciência. Este artigo tem como objetivo fazer uma abordagem sobre a história da lingüística no decorrer do tempo, bem como, sobre as diferentes concepções de linguagem em diferentes épocas. Passando por tópicos como "A origem dos estudos lingüísticos", onde nos é explicitado sobre o início das reflexões sobre linguagem, através, principalmente, dos filósofos gregos; "Língua e signo na Idade Média e na Renascença", onde é citada a primeira possível idéia sobre "signo", através do exemplo de São Tomás de Aquino, abordando ainda a relevância em relação às línguas vulgares que, no Renascimento, ganharam caráter de línguas de cultura, estimulando, já na Idade Moderna, a elaboração das primeiras gramáticas das línguas vulgares. Em "O estudo histórico-comparativo das línguas" chega-se ao final do século XVIII, onde começa-se a fazer um estudo-comparativo das línguas, acreditando-se que idiomas como o sânscrito, o grego, o latim e as línguas germânicas pertenceriam a um mesmo ancestral lingüístico. É neste momento em que passa-se a considerar a lingüística como ciência. Através de estudos de análise e comparação explicou-se a evolução das línguas. Já no tópico "O nascimento da Lingüistica Moderna" inicia-se a abordagem sobre os estudos que deram origem ao que hoje conhecemos por Lingüística Moderna. Através das proposições de Ferdinand de Saussure, passou-se a investigar de que maneira a linguagem funciona. Em uma perspectiva sincrônica, ou seja, o funcionamento da língua em um determinado momento, Saussure elaborou um modelo de estrutura lingüistica denominado Estruturalismo. A partir do Estruturalismo surgem novas disciplinas como a sociolingüística, a psicolingüística e a semiologia, já relevando-se a questão comunicacional da língua, conforme exposto no item "Evolução e conquistas do Estruturalismo". Ao longo dos anos 60, novas maneiras de se pensar a linguagem são consideradas e, em reação ao Estruturalismo, surge "A gramática gerativo-transformacional" estimulada pelo lingüista Noam Chomsky, que propõe uma visão pancrônica da linguagem, em considerar tanto a evolução da língua, como também, de que forma a língua funciona. Por fim, em "As aplicações da lingüistica e da semiótica" é posto em evidência a característica aplicativa das ciências da lingüistica e da semiótica, uma vez que estas possuem relevância e/ou são fundamentais em outras áreas como estudos literários, jornalismo, paleografia, publicidade, entre outros. Percorrendo-se, assim, as diferentes proposições sobre linguagem e relevando-se a questão da lingüística como ciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7708829225500046353-2096516431455558182?l=linguagemereflexao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/feeds/2096516431455558182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7708829225500046353&amp;postID=2096516431455558182&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/2096516431455558182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/2096516431455558182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/2007/12/o-fantstico-mundo-da-linguagem-aldo.html' title='O Fantástico Mundo da Linguagem - Aldo Bizzocchi'/><author><name>Lidi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04947808004964219182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_VZvsqXLLtXk/R1MlHegUGWI/AAAAAAAAAAM/UgZeEdLOXyg/S220/000_1699.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7708829225500046353.post-34237250794703303</id><published>2007-12-02T13:44:00.000-08:00</published><updated>2007-12-02T14:24:08.672-08:00</updated><title type='text'>Linguagem, Ensino de Linguagem e Livro Didático</title><content type='html'>&lt;strong&gt;  &lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Linguagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;           Desde sempre o homem busca comunicar-se. Tem-se aqui comunicação não como algo físico e prático através da fala e escrita, mas sim comunicação como troca, como interação; troca de idéias, concepções, apresentações de mundos distintos a diferentes sujeitos. Esta troca se torna real através da linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;           Pode-se chamar de linguagem as formas que o indivíduo cria e estabelece para se comunicar com outros indivíduos. E, conforme já dito, a comunicação traz em si uma função social de interação entre seres, vindo a contribuir de maneira bastante significativa na formação do sujeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;           Dessa forma, a linguagem apresenta-se como princípio de interação social, é através dela que a comunicação, verbal ou não-verbal, acontece. É pelo intermédio dela que desenvolvemos relações com um mundo exterior que podem vir a transformar nosso mundo interior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;           &lt;strong&gt; Ensino de Linguagem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;           Tendo-se linguagem como as formas que o indivíduo estabelece para se comunicar, o ensino de linguagem vem a demarcar os conhecimentos de linguagens já conhecidos, assim como também, instigar nos educandos a possível elaboração de novas formas de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;            &lt;strong&gt;Livro Didático&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;strong&gt;           &lt;/strong&gt;Instrumento que pode servir como auxílio ao professor na prática de ensino de linguagem. Relevando-se a idéia de que o livro didático deva ser um complemento na prática de ensino em qualquer disciplina, uma vez que a linguagem e, por que não dizer, o ensino de linguagem  não se restringe às aulas de línguas, mas está presente em todos os atos de comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7708829225500046353-34237250794703303?l=linguagemereflexao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/feeds/34237250794703303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7708829225500046353&amp;postID=34237250794703303&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/34237250794703303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7708829225500046353/posts/default/34237250794703303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://linguagemereflexao.blogspot.com/2007/12/linguagem-ensino-de-linguagem-e-livro.html' title='Linguagem, Ensino de Linguagem e Livro Didático'/><author><name>Lidi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04947808004964219182</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp2.blogger.com/_VZvsqXLLtXk/R1MlHegUGWI/AAAAAAAAAAM/UgZeEdLOXyg/S220/000_1699.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
